Quinta-feira, Novembro 26, 2009

Pilhas e pilhas

Tenho a loja cheia de coisas do Lua Nova, do Crepúsculo, do Bob Pat, do índio peludo, e de tantas miudinhas histéricas.

E não estou a exagerar. São pilhas gigantescas de caixas e cartolinas e livros com sete capas diferentes e diários e posters e caramba, onde é que este mundo foi parar? Não foi neste planeta que eu nasci…!

1258681037321

Lista de Natal, parte 1

.Um par de ténis, porque os que tenho estão rotos;
.Um par de meias, porque as que tenho estão rotas;
.Criatividade e imaginação, porque as que tenho, neste momento, também estão rotas.

Sábado, Novembro 21, 2009

Tenho saudades de brincar com o Bryce.

Apre, asno cauteloso

O português é um animal fantástico de observar na casa de banho.

*levantar cartaz a dizer “sarcasmo”*

Isto porque como trabalho numa grande superfície comercial, tenho de utilizar as acomodações sanitárias da mesma. E todos os dias, sem excepção, aparece pelo menos um que, após lavar as mãos, vá lá, vai a secá-las nos quentinhos automáticos, expoentes da evolução tecnológica, pôe as mãos debaixo deles e nada sai. Vai de uma cacetada na máquina e ainda nada. Duas, três cacetadas mais fortes, meia barafustação. Nada. Reclama que nada neste país funciona e sai com a maior das exasperações. Isto sem ter experimentado nenhuma das outras cinco ou seis máquinas, sem ninguém e à disposição.

Amigos, essas cacetadas não levam a lado nenhum. E sim, muitas vezes os sensores não disparam e alguns deles já não funcionam graças a essas mesmas pancadas.

Mas há qualquer coisa no orgulho (ergo parvoíce) masculino que os faz reagir desta maneira. Se este não funciona, nenhum funciona! Se ainda não funciona, vai de murro! Se a violência não ajuda, este país não vai para a frente!

Quinta-feira, Novembro 19, 2009

Papel e barretes

Mais ou menos por esta altura, tendo eu menos um metro em tamanho, a caixa do correio estava cheio de publicidade com as promoções de brinquedos e jogos que as diversas lojas e hipermercados teriam para esta época natalícia.

Ora isso significava também que estava na altura de fazer a minha cartinha ao Pai Natal.

Costumava recortar todos estes folhetos e livrinhos com as coisas que eu queria receber, e dispunha-as numa lista com descrições detalhadas do que eram e onde se podiam comprar e os diversos preços para que o Pai Natal soubesse exactamente o que me trazer, e de onde, sem qualquer risco de engano. Isto fazia com que as minhas “cartinhas” tivessem várias folhas no final.

Normalmente ele costumava acertar num item ou outro o que já me deixava contente e entusiasmado para o ano seguinte, onde algumas coisas que não tinha recebido no ano anterior se repetiriam, caso aparecessem novamente nos folhetos para serem recortadas.

Agora já não faço recortes, a não ser ao orçamento para poder comprar as minhas prendas. Não ser criança não tem piada nenhuma.

Quarta-feira, Novembro 18, 2009

É doentia a fascinação do português pelo futebol.

Sábado, Novembro 14, 2009

Moleza popular

De certeza que muitos de nós, após uma situação que nos trouxe algum infortúnio já fomos aconselhados pela brilhante pérola de sabedoria popular “Não faças aos outros aquilo que não queres que te façam a ti.”, normalmente acompanhada pelo dedo acusador como se em qualquer situação a culpa fosse nossa.

Ora essa pérola é daquelas com as quais não podia estar em maior desacordo. Agora perguntam vocês, “mas skizo, seu australopiteco futurista, que queres dizer com isso?”

E eu respondo, que essa frase implica a não-reacção (sim, com cç porque ai de mim que adira ao Acordo Ortográfico, que apanhei muita reguada para aprender a escrever assim e não vou voltar atrás à minha riquíssima Lingua Portuguesa) e ao ‘deixa-te estar quieto’ de se eu não chatear ninguém, ninguém me chateia. Se eu não lhe fizer isto ele também não mo vãi fazer a mim. E para mim isso é por-nos a um canto da sala virados para a parede.

Eu cá sou apologista do “Faz aos outros aquilo que queres que te façam a ti.” Porque eu quero que me tratem bem então trato bem os outros, faço com que isso aconteça, dou um passo em frente a uma relação melhor com o próximo. É algo mais activo que não implica esperar que não me façam mal. Então faço eu bem.

Infelizmente não pensa toda a gente assim. Então, pura e simplesmente, fazem mal. Sem consequências.

Quarta-feira, Novembro 11, 2009

Comprei.

 xbox360_mw2standard_gamegears[1]

Adeus vida. Enquanto isso, deem uma vista de olhos ao aborrecido que parece que já anda a postar outra vez.

Terça-feira, Novembro 10, 2009

Isto

aqui.